sábado, 22 de maio de 2010

Olá, Amigos!

O António faz hoje 8 meses. Inteirinhos!

Temos andado muito desaparecidos. Eu sei que é uma vergonha por isso nem vou tentar justificar a nossa ausência com uma desculpa esfarrapada.
A verdade, é que os dias são sempre tão cheios! Mesmo com horário reduzido, vejo-me obrigada a acelerar de um lado para o outro, porque as saudades são muitas.
O António está cada vez mais fixe. Acho mesmo que é o bebé mais fixe do mundo, quiçá da Europa. Dorme a noite toda desde os 3 meses, no quarto dele, come muito bem e porta-se lindamente. Já tem seis dentes que deram algum trabalho (principalmente, dois deles), mas nada que uns benurons e muito miminho e paciência dos pais não ajudasse a passar. Apesar da nossa insistência, ele ainda não diz nada. Passa os dias a dar gritinhos e a fazer pa-pa-pa-pa. A actividade preferida é levar tudo à boca e babar, babar, babar. Anda sempre de babete, tal é a quantidade de baba!
Todo o tempo livre que temos, passamos a brincar com ele, porque todos os dias há coisas novas a acontecer. E não queremos perder nadinha!

E como uma imagem vale mais que mil palavras, aqui vão umas fotos actualizadas.


É um palhacito: está sempre a rir!

Adora brincar com o Papá!

Com a tia Júlia.

Na piscina.

Até breve, Amigos!

Susana
P.S. Acompanhem o crescimento do António no Facebook! Sim, porque aquilo não é só farmville.

domingo, 25 de outubro de 2009

Apedeites


O António já não é nenhum bebé! Já fez um mês, no dia 22. Um mês inteirinho!


Quem sai aos seus...

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

A pedido de várias famílias,

aqui vão umas fotos novas.
O António está a crescer muito depressa e até já tem roupa que não lhe serve. Às vezes, parece um menino crescido. Outras vezes, olhamos para ele e lembramo-nos que ainda é o nosso Bebé.


Ele adora passear: já foi conhecer os colegas da Mãe, o trabalho do Pai, já foi comer pastéis de Belém com a Tia Rafa e até já foi à praia, onde conheceu o Primo Pedro.

Todos os dias saímos um bocadinho, nem que seja para ir roubar um gelado à Tia Arminda. Mas o que ele faz melhor, é comer. Até parece um relógio: de 3 em 3 horas abre a goela e só se cala na maminha. Depois, fica com este ar de consolado:


Também já foi ao Pediatra (que é um fixe) que disse que ele está a engordar bem e que o leite da Mãe é muito bom.
E agora, deixo aqui mais umas fotos para deleite das Avós, Bisavós, Tios, Primos e Amigos.

O colo da Tia Rafa é mesmo o melhor...


Estão a ver?


A brincar com o Papá.


Com o cabelo à Paulo Bento, mas sempre com tranquilidade...


Depois do banho.

Brevemente, mais fotos e, quem sabe, VIDEOS!!

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Aqui vai mais uma fornada de fotografias, ainda vêm quentinhas (algumas...)

Com dois caixas-de-óculos como pais, ele tinha de nascer assim...

À falta de mama ou chupeta, qualquer coisa serve para entreter a ânsia de chupar...
Uma foto com a mamã...
Outra com o papá...
Dissertando sobre o materialismo dialéctico (ou era sobre a dicotomia estóica??)


A Avó São com o netinho...

A Avó Paula com o mesmo...

Uma de conjunto com os avós todos...

A Tia Rafa, toda orgulhosa do seu menino...


E, para acabar, a família feliz, quase a sair da maternidade, mais a senhora que está atrás e não teve culpa de aparecer.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

As primeiras fotos do António

Desculpem a qualidade, foram tiradas com o meu telemóvel. As boas estão no cartão de memória da máquina fotográfica da mãe, que se encontra hospitalizada (a mãe, não a máquina, se bem que precisava, pilhas novas duram pouco mais de 15 minutos; se nos quiserem oferecer uma boa máquina reflex, não se acanhem)





NASCEU O ANTÓNIO!!!!

Hoje, pelas 14:32, na sala de partos 6 da Maternidade Alfredo da Costa em Lisboa, nasceu o António. Com 3.420 Kg e muito cabelo, é sem dúvida um dos bebés mais lindos que alguma vez vi. E não digo isto apenas por ser pai, consigo aliás ser bastante imparcial nestes assuntos - como, por exemplo, no futebol.

Acordei às 6:43 com a Susana a dizer "acho que já é hora" ao que respondi que ainda faltavam umas horas até o despertador tocar. Quando ela repetiu, percebi que se tratava da hora de ser pai. Lá fomos nós até à maternidade, confiantes que seria desta vez que ela ia nascer - as outras foram falsos alarmes; pode dizer-se até partus interruptus - e pelas 8:00 lá entrou a Susana para as urgências. Por volta das 10:00 chamaram-me, entrei, fiquei 15 segundos no quarto e mandaram-me embora porque ia ser dada a epidural. Uma hora depois, voltei a ser chamado para a sala de partos, apenas para saber que a anestesista tinha sido chamada para uma cesariana e que afinal era agora que ia dar a epidural.

Voltei a ser escorraçado do quarto, mas não antes de ver uma Susana agonizada pelas dores provocadas pelas contracções. Na tentativa de as aliviar, fiz massagens na lombar e nos pés, enquanto chamava a atenção para a respiração. Valente, e a sofrer, ela aguentou até chegar a anestesista. Saí. Mais uma data de tempo à espera. Regressei ao quarto e encontrei outra Susana. Vamos lá ver, era a mesma Susana, mas completamente descontraída, a epidural estava a resultar na perfeição e a ela só faltava um cocktail na mão para completar o quadro da jovem-esbelta-delicia-se-com-a-sua-bebida-no-puff-da-praia.

As horas foram passando, a dilatação - que estava nos 3 cm antes da epidural - processava-se a um bom ritmo, graças à ocitocina administrada pelo soro - até parece que percebo destas coisas, não é? - e pelas 13:45 já se encontrava nos 8 cm. Foi por volta dessa hora que as coisas começaram a complicar-se.

Subitamente, as contracções já não eram registadas pelo tocograma. A enfermeira ajustou os eléctrodos, mas não as conseguia apanhar. E por essa altura, o ritmo cardíaco do bebé começou a desacelerar. Para ter uma ideia, o ritmo andava entre os 120 e os 150, e agora situava-se abaixo dos 100 e a baixar. Quando alcançou os 60, a enfermeira chamou os médicos e decidiu-se que o grau de dilatação era completo, e que se iria proceder à extracção do bebé, vulgo parir. Convém referir que pelas 13:00 a Susana levou uma segunda dose do que quer que seja que vai na epidural, e que ultimamente isso fez com que não tivesse muita noção da parte inferior do corpo. Basicamente, não sabia onde fazer força.

Os médicos, desesperados - vá, preocupados... - com o ritmo cardíaco do bebé, foram obrigados a usar fórceps para puxar o bebé para fora; acontece que este procedimento obriga, aparentemente, à saída do pai. Portanto, não assisti à chegada do António, que veio ao mundo num parto algo complicado. A Susana teve de levar pontos, assim como uma pequena cirurgia de reconstituição. Só a veria passado uma hora e meia.

Assim que o António nasceu, foi levado para um quarto especial onde foi aspirado, pesado e sujeito a uns testes para determinar o estado do recém-nascido, classificação intitulada de Índice de Apgar. Desta feita, pude estar presente e depois de terem terminado todos os procedimentos fiquei uma hora a contemplar, embevecido, o meu primeiro filho. O meu filho varão. O António.

Vieram-me as lágrimas aos olhos.

Uma hora disto, e o quarto aquecido e claustrofóbico que, suponho, seja um meio termo entre o ventre da mãe e o mundo real, começou a fazer-me mal. Saí por uns momentos, e quando voltei pude rever a minha mulher e o meu filho, finalmente juntos. Amor à primeira vista.

já estamos na maternidade!

só porque precisava de um post para deixar isto minimamente apresentável...

mas sim, estamos na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, e agora bora a dilatar!